20.08.2016: o Porto, de novo, com o Céu marcado pelo lixo na sua atmosfera, o ar que afinal respiramos

Mais um dia em que, de manhã, foi possível ver mais do que um avião a pulverizar a atmosfera; fazem-no criando rastos inconfundíveis: baixos, muito longos e rectos e que alargam enquanto persistem até se transformarem numa poalha plana de aspecto e textura artificiais. A já longa conspiração continua e não há organismo oficial que saiba explicar o fenómeno (a tese de que se trata do escape dos motores dos aviões comerciais, além de ridícula é falsa; basta ver como se comportam os rastos dos aviões comercias, que por serem sobretudo compostos de vapor de água, nem são longos, nem persistentes porque duram o tempo em que o vapor de água está condensado – 10 a 20 segundos; depois os aviões comerciais nunca sobrevoam a cidade 5, 10 ou mais vezes seguidas e em direcções que se interceptam e não têm nenhum referencial aos aeroportos do Porto, Lisboa ou Faro).

As fotos  obtidas neste dia

rastos químicos  porto (mmc)

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